Pular Links de NavegaçãoGestão de Riscos - Risco Operacional
1. Risco Operacional
O Banco Luso Brasileiro acredita que a melhoria contínua de processos e procedimentos e execução da Gestão de Riscos proporcionam maior segurança nas atividades das áreas internas, otimiza custos e recursos e colabora com a aplicação do planejamento e das diretrizes do Banco.

Conceito - Resolução 3.380/2006 – Banco Central do Brasil Possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos.

2. Metodologia
Gestão e mitigação do risco.

O Banco desenvolveu toda a sua estrutura de gestão de risco operacional, tendo elaborado as Matrizes de Risco por meio da metodologia do COSO - Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission e com classificações segundo nomenclatura FEBRABAN.


Legal

Frente ao porte do banco, é utilizado o critério de advocacia preventiva e todos os novos negócios ou contratos são previamente revistos pelo Departamento Jurídico do Banco.

3. A estrutura do gerenciamento de risco operacional está composta pelo (a):

  • Diretoria;
  • Comitê de Risco de Operacional;
  • Controles Internos / Compliance;
  • Auditoria Interna;
  • Política de Risco Operacional;
  • Sistemas de informação gerenciais dirigidos.


4. Política
Para o Banco Luso Brasileiro, uma Política de Gestão de Risco Operacional e procedimentos decorrentes devem conter:

  • Classificação dos Riscos Operacionais;
  • Identificação, medição e registro dos eventos enquadráveis em Riscos Operacionais;
  • Diretrizes para mitigação do risco operacional;
  • Metodologia para alocação da capital para suporte ao risco operacional;
  • Plano de Contingência e Continuidade de Negócios.
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