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Os Bons Desafios de 2015

 
2015 se inicia com a promessa de bons desafios para empresas e instituições financeiras, sobretudo em relação a que caminhos trilhar. O ano passado, embora oficialmente findado, deixa algumas heranças para seu sucessor, tanto no ambiente interno quanto no cenário externo. 

Para o Banco Luso Brasileiro, no entanto, 2014 trouxe conquistas importantes. A consolidação do produto Câmbio, nossa nova frente de negócio, é um dos melhores exemplos. Passamos a operar com a transição das principais moedas do mundo, valendo-nos da sinergia com as instituições colaterais sediadas em outros países, que representam importante vantagem competitiva. 

Entre estas empresas destacam-se: BIC Português, BIC Angola, Banco Único de Moçambique, Banco Popular da Espanha e Banco Carregosa, controlados pelo Grupo Américo Amorim e as famílias Ruas e Cunha, que detém 86% do Banco Luso Brasileiro. Os últimos ainda são os principais administradores da Caio Induscar e de empresas de transporte urbano na cidade de São Paulo, concessionárias de automóveis, ônibus e caminhões Mercedes-Benz. 


Segmento automotivo

Os setores automotivo e de transporte, que figuram entre os mais importantes da economia brasileira, refletem algumas lacunas deixadas pelo ano passado. Suas principais entidades representativas permanecem céticas em relação a um crescimento expressivo para o período. A expectativa comum é de que 2015 seja muito parecido com o exercício anterior.  

Em coletiva realizada na última quinta-feira (8/1), a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) disse que a projeção é de que as vendas fiquem estáveis em comparação a 2014, já que o mercado não deve se aquecer. A boa notícia é que as vendas tendem a aumentar 4,1%, principalmente devido à nova legislação sobre a retomada de veículos, estimulando a concessão de crédito, e a menor participação dos importados, uma vez que o câmbio mostra sinais de aperto. 

Nós do Banco Luso Brasileiro prosseguimos confiantes com nossa atuação. Somos prova de que o País tem um grande potencial a ser explorado. Desde 2012 nossa prioridade é o financiamento para empresas de transporte público coletivo, segmento que já representa 85% da carteira de crédito. Na época, passamos por uma importante reestruturação acionária, com a entrada dos grupos Ruas/Cunha, e Amorim, e os ativos da instituição saltaram de R$ 200 milhões para R$ 450 milhões, atingidos em 2014. 

O Brasil tem 200 milhões de habitantes, somos uma nação em crescimento, e o mundo todo observa as inúmeras oportunidades que oferecemos. Basta vermos os saltos que demos nas últimas décadas. Há diversos espaços a serem preenchidos, e as companhias que acreditarem nesse projeto têm grandes chances de serem bem-sucedidas.